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STZ

Muita gente não sabe, mas o Samba da Tia Zélia nasceu a partir de um chamado da baiana que fundou o Tia Zélia Restaurante.

Era ano de eleição e Tia Zélia queria proporcionar um ambiente seguro, divertido e leve – bem politizado também, é claro – para a militância progressista de Brasília.

Mel e Marcelinho titubearam. Até porque a experiência que tinham com evento até então eram festas de aniversário próprias. Na cabeça deles: tem tudo para ser um fiasco, Tia Zélia, mas se a senhura confia em nossas mãos…

A tentação não era pouca. Mergulharam de cabeça e começaram a escrever o que se tornou tempos depois um sonho de vida. Não só dos dois, mas de um coletivo de pessoas – e não falamos apenas da banda. O time do restaurante, os trabalhadores informais e o público estão nesse pacote.

A primeira escalação com André, Gigi, Arcanjo, Pedrinho e Kadu era de ouro. Crescemos e percebemos que precisávamos de reforços de respeito: chegaram Yayá e Danilo. O brilho chegou de vez.

Os desafios eram imensos e Ellen – que poderia ser conhecida como uma faz tudo ou uma esposa de aluguel dos sonhos de qualquer produção de eventos – é nosso diamante e não poderíamos deixar de mencioná-la aqui.

A família perfeita não existe, nós sabemos, mas acho que chegamos num formato que todas as peças são indispensáveis.

Aquele cantinho já reconhecido do quadradinho virou a tenda mais amada da Vila Planalto.

A estreia foi prestigiada por 400 pessoas. Nosso púbico recorde foi de quase 10 mil pessoas e as edições reúnem em média 4 mil corações apaixonados pelo nosso samba de rua.

Nossas bandeiras são as mesmas desde o princípio, estamos na linha de frente do combate a qualquer tipo de preconceito, assédio ou violência e entendemos que tudo vem dando certo porque entendemos que a construção coletiva é o caminho.

Em quase quatro anos, já tivemos a honra de receber em nosso quintal ilustres músiscos de nossa cidade, como Teresa Lopes, Breno Alves, Kris Maciel, Cris Pereira, Samba na Comunidade de Ceilândia, Goiabada Cascão e 7 da Roda.

Lá do Rio, Arruda, Inácio Rios, Mosquito, Marina Íris, Marcelle Motta, Hugo Ojuara, Samba que Elas Querem e muitos vieram para somar com a samba queridinho do DF.

Viajamos para o Rio e vivemos momentos memoráveis ao tocar no Renascença, no Vaca Atolada e no Casarão do Firmino.

Para os próximos meses, temos muitas surpresas. A pricnipal delas talvez seja a gravação de nosso primeiro audiovisual.

O público, sem dúvida, é ingrediente essencial para os próximos capítulos. Nosso agradecimento por cada tijolinho que vocês nos ajudam a colocar, por cada página que ajudam a escrever.

Em quase quatro anos, já tivemos a honra de receber em nosso quintal ilustres músiscos de nossa cidade, como Teresa Lopes, Breno Alves, Kris Maciel, Cris Pereira, Samba na Comunidade de Ceilândia, Goiabada Cascão e 7 da Roda.

Lá do Rio, Arruda, Inácio Rios, Mosquito, Marina Íris, Marcelle Motta, Hugo Ojuara, Samba que Elas Querem e muitos vieram para somar com a samba queridinho do DF.

Viajamos para o Rio e vivemos momentos memoráveis ao tocar no Renascença, no Vaca Atolada e no Casarão do Firmino.

Para os próximos meses, temos muitas surpresas. A pricnipal delas talvez seja a gravação de nosso primeiro audiovisual.

O público, sem dúvida, é ingrediente essencial para os próximos capítulos. Nosso agradecimento por cada tijolinho que vocês nos ajudam a colocar, por cada página que ajudam a escrever.

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MM cultura

Sobre a MM Cultura

Fundada por Mel e Marcelinho, a MM Cultura saiu do papel para estar à frente de sua primeira grande aposta, o Samba da Tia Zélia, que está prestes a completar quatro anos.

Além do carro-chefe, a produtora é responsável pela assinatura do Samba Conexões, projeto que busca trazer nomes consolidados do samba nacional para uma dobradinha com o STZ.

A experiência vai além do palco e busca estabelecer vínculos entre os nossos músicos e os convidados.

Um dos princípios da MM é a valorização do samba raiz e de todas as bandeiras que ele carrega – do combate ao racismo, ao machismo, ao capacitismo, à LGBTfobia à luta pelos direitos humanos.

A marca da produtora é fazer um trabalho humanizado, baseado no diálogo, no respeito e no afeto.